Mais alguns benefícios do vinho

Mais alguns benefícios do vinho

VINHO E OBESIDADE:

O vinho, principalmente o tinto seco (que é menos calórico), em quantidade que não ultrapasse 10% do valor calórico de toda a dieta, é muito favorável para o obeso. Muitas clínicas de emagrecimento incluem o vinho no seu cardápio.
Alguns polifenóis que existem no vinho tinto destroem os adipócitos por inibição de enzimas metabolizadoras de gordura como a lípase pancreática, a lípase lipoprotéica e a glicerofosfatodesidrogenase.
Os polifenóis do vinho diminuem a resistência das células a Insulina (melhorando o aproveitamento dos carbohidratos pelo organismo) e com isso a quantidade de Insulina circulante (o que sempre está relacionado com uma série de reações metabólicas que culminam com ganho de peso).

VINHO E ENVELHECIMENTO:

Quem bebe vinho às refeições, moderada e regularmente, morre mais tarde e tem melhor qualidade de vida.
O envelhecimento das células, dos tecidos e do organismo como um todo é uma ação dos Radicais Livres. O organismo produz substâncias que são neutralizadoras dos Radicais Livres. Mas esta produção diminui com o aumento da idade. Isso é trágico, pois desse modo ficamos mais expostos aos processos biológicos do envelhecimento conforme envelhecemos. Como os vinhos, mormente os tintos, são ricos em polifenóis que são potentes eliminadores de Radicais Livres, é fácil entender o efeito anti-envelhecimento dessa bebida. As localidades no mundo onde as pessoas são mais longevas são, quase todas, regiões vitivinícolas.
Pesquisadores de Harvard conseguiram com o Resveratrol (que existe em abundância nos vinhos tintos) ativar o gen Sir2, que estabiliza o DNA e com isso diminui o declínio celular. Dessa maneira eles conseguiram aumentar em 70% a vida de alguns seres unicelulares e em 33% a da mosca da fruta. Esses são dados experimentais e em animais muito simples. Embora muito animadores esses resultados ainda não podem ser transpostos para o homem.

VINHO E DEMÊNCIA:

As pessoas que bebem vinho regular e moderadamente criam uma barreira ao desenvolvimento de demência pelo envelhecimento. Uma pesquisa feita na região de Bordeaux, na França, mostrou que as pessoas que bebiam de 250 a 500 ml de vinho tinham 75% menos chance de desenvolver o mal de Alzheimer. Uma série de estudos demonstrou que a ingesta regular e moderada de vinho preserva diretamente o neurônio além de proteger a circulação cerebral. Com isso há uma proteção ao desenvolvimento de demências e outras doenças degenerativas do sistema nervoso. Desse modo as pessoas envelhecem com melhor qualidade de vida porque apresentam um melhor perfil social e psicológico

OBS: Todos os dados postados em nosso site no link vinho e saúde, só exerce influência sobre a saúde humana, se for respeitado o índice de consumo de duas taças diárias de vinho. 

Autor: Jairo Monson de Souza Filho é médico. E-mail: jairo@monson.med.br
Fonte: http://www.enologia.org.br (artigos)

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